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Chá de Folha de Figo e Seus Benefícios


Chá de Folha de Figo e Seus Benefícios para Várias Doenças







A figueira de nome científico Ficus carica, é uma árvore lenhosa de madeira macia e pertencente à família das Moraceae.


Possui folhas que variam de cor verde-escura e verde-clara. Suas flores são bem pequenas e seu fruto pequeno.

Geralmente a gente come o figo e jogamos fora as folhas, o ideal é conservá-las e consumi-las, no estado natural ou preparando as folhas em alguma receita.


Tanto a fruta quanto as folhas ambas possuem qualidades especiais que tratam a diabetes e os triglicerídeos altos.



Os princípios ativos da figueira

Açúcares, glicose, sacarose, proteínas, sais minerais, vitaminas, dentre outros.


Propriedades do Chá de Folha de Figo e Seus Benefícios para Várias Doenças:

Possui baixas quantidades de calorias, propriedades de fibra, cálcio, ferro, potássio, proteínas, vitamina C, polifenóis, antioxidantes, anti-inflamatórios, antivirais, manganês, magnésio, vitamina A, e, vitaminas do complexo B.

Estes componentes são adequados para as seguintes doenças:

Anemia

Anti-inflamatório

Bronquite

Cicatrização e prevenção da acne

Colesterol;

Constipação;

Degeneração macular;

Diabetes tipo 1 e 2;

Doenças cardíacas.

Estágio inicial da catapora

Fortalecer os ossos

Impotência sexual

Mau hálito

Níveis elevados de triglicerídeos;

Obesidade;

Pedra nos rins

Pele

Pressão arterial elevada;

Úlceras.


Não é recomendado a aplicação das folhas de figo na pele, pois pode provocar erupção cutânea.


O consumo do figo

Ajuda no controle do colesterol, pois, o fruto apresenta um quantitativo pequeno de fibras, calorias que auxiliam o organismo na eliminação de gorduras de células.


Chá de Folha de Figo e Seus Benefícios para Várias Doenças:

- Remédio natural para as mulheres pois o chá alivia os sintomas desconfortáveis dos clores da menopausa.

- O chá é muito eficaz na manutenção da saúde.

- Combate a disseminação de células do cancerosas. O chá é um ótimo anticancerígeno.

- A folha de figo contem propriedades que auxiliam no controle da glicose. I

- Auxilia a combater o colesterol ruim.

- O chá é excelente para diversas patologias do trato respiratório: bronquite e demais casos patológicos que envolvem a saúde respiratória; para a tosse, ao passo que seja ingerido em formato de xarope; problemas no intestino, intestino preso, pois o chá possui propriedades que atuam como um laxante natural.



Receita de Chá de Folha de Figo e Seus Benefícios para Várias Doenças

Receita

3 Folhas da figueira;

Meio Litro de água.

Modo de Preparo:

Ferver meio litro de água em uma panela média e quando ferver, adicionar 3 folhas frescas de figueira;

Cozinhar por 15 minutos.

Coar e consumir morno sem açúcar e em jejum.


Como beber o chá: Tomar o chá de estômago vazio e antes de cada refeição e meia hora antes de ir dormir a noite.

Faça uma semana de tratamento com o chá, você perderá alguns quilos extras e irá observar ter mais energia durante o dia.

Não ultrapasse mais de um mês, no máximo.

Contraindicações:

Antes de utilizar o chá para o tratamento de qualquer condição ou simplesmente por tomar, verifique com o médico se a bebida é realmente indicada para o seu caso e se não pode prejudicar a sua saúde.

Principalmente para crianças, adolescentes, idosos, mulheres que estejam grávidas, mulheres que estejam amamentando e pessoas que possuam algum tipo de doença ou condição de saúde.

Observe com seu médico se não existem chances de que o chá interaja com algum medicamento que você esteja utilizando.

Por exemplo, as Folhas de Figo podem interagir com medicamentos utilizados para tratar a diabetes, conforme já foi mencionado acima.


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A fruta matadora do diabetes



Conheça a fruta matadora do diabetes!

Cloreto de magnésio para ser jovem

Como tomar o cloreto de magnésio para se manter jovem por mais tempo

Preparação e consumo


Beneficios do Magnésio para Diabeticos



O magnésio tem efeitos positivos no controle e prevenção da diabetes. Este mineral essencial ajuda no processo de regulação das células, músculos, nervos e outras áreas do corpo. O magnésio também ajuda outros minerais do corpo a trabalharem de forma eficaz para uma variedade de funções.
A dieta do diabético muitas vezes apresenta alimentos ricos em magnésio. Estes incluem vegetais, frutas, laticínios, nozes, sementes, peixes e carne. Diabéticos também podem se beneficiar de suplementos de magnésio, mas somente quando recomendados por um médico ou nutricionista, trabalhando junto com um plano de dieta que aborda as questões específicas de cada pessoa.
O excesso de magnésio à partir de suplementos pode causar problemas como náuseas, pressão arterial baixa, dificuldades respiratórias, confusão e efeitos mais graves. Suplementos também podem interagir com medicamentos, de modo que os cuidados de um médico é crucial para a pessoa receber a quantidade certa de magnésio na dieta.
Aqui estão cinco benefícios do magnésio para o tratamento ou prevenção de diabetes:
1. Níveis de açúcar no sangue têm uma melhor chance de ficar sob controle com uma boa quantidade de magnésio no organismo. Pequenas quantidades de magnésio no organismo podem piorar os efeitos da diabetes, de acordo com os Institutos Nacionais de Saúde. Um fornecimento insuficiente de magnésio para quem tem diabetes, interfere com a resistência à insulina, o que provoca oscilações perigosas de açúcar no sangue.
2. O magnésio ajuda a prevenir problemas cardíacos. A American Diabetes Association afirma que pessoas com diabetes possuem um risco aumentado para doença cardíaca ou ataque cardíaco. Níveis elevados de colesterol é uma das causas principais de doença cardíaca. O magnésio mostrou reduzir o colesterol ruim, LDL, que se acumula na corrente sanguínea e danifica as artérias levando à doença cardíaca. O magnésio também aumenta o nível de HDL, o colesterol benéfico que livra a corrente sanguínea do excesso de colesterol.
3. A pressão arterial elevada é outro risco para os diabéticos. O magnésio tem sido utilizado para reduzir a pressão arterial. Os médicos usam magnésio por via intravenosa nas mulheres grávidas que, às vezes, desenvolvem pressão alta durante a gravidez.
4. Pesquisa sugere que adultos e crianças com excesso de peso podem reduzir o risco de desenvolver diabetes com uma dieta rica em magnésio, de acordo com a WebMD.
5. A síndrome metabólica é um termo médico usado para pessoas que têm um risco aumentado de desenvolver diabetes e doenças cardíacas. Baixos níveis de magnésio aumentam dramaticamente o risco de desenvolver esta síndrome. Quantidades ideais de magnésio na dieta e suplementos de magnésio reduzem o risco de desenvolver a síndrome metabólica para as mulheres e jovens adultos, de acordo com relatório WebMD.

FONTE: newsmax.com

Como Curar o diabetes tipo 2 sem remédios



Como Curar o diabetes tipo 2 sem remédios

CafeLife, o café que emagrece





CafeLife, o café que emagrece é um pó para preparar uma bebida sabor café, enriquecida com cromo. Podendo ser consumido quente ou gelado.
Adoçadas com baixos níveis de frutose, sem açúcar branco, e com suplementação de cromo. Recomenda-se o consumo após as refeições.
Auxilia a perda de peso e de gorduras acumuladas. Produz o efeito de termogênese, ajudando o organismo a queimar e liberar gordura, e que pode ser consumido quente ou gelado. O cromo do CafeLife, o café que emagrece é indicado para:
• Diabetes e hipoglicemia
• Tirar a fome
• Queimar gorduras internas e externas
• Combater Colesterol ruim
• Triglicerídeos
• Obter energia
• Diminui varizes e celulite



Função Básica: Queimar Gorduras e Controlar Peso
Embalagem: 420 gr, rende 35 copos de 200ml
Como usar para perder peso: 2 colheres de chá de Cafelife em 1 xícara de chá de água – 6 vezes durante o dia (meia hora antes e meia hora depois das refeições). Tomar mais de 4 xícaras de café por dia num período prolongada pode reduzir 25% o risco de formação de câncer de útero.
Composição / Informação Nutricional: % VD
Valor Energético: 45 Kcal = 189 KJ - 2%;
Carboidratos: 10 gramas - 4%;
Sódio: 14 mg - 1%;
Cromo: 35 mcg - 100%.
Não contem quantidades significativas de gorduras totais, gorduras saturadas, gorduras TRANS e fibra alimentar. NAO CONTÉM GLUTEN
INGREDIENTES:
Frutose, Mistura solúvel de Cafés e Polinicotinato de Cromo

Diabetes, exercício e glutamina



Diabetes, exercício físico e glutamina
Introdução

    O Diabetes mellitus é uma síndrome de etiologia múltipla, decorrente da falta de insulina e/ou da incapacidade da insulina de exercer adequadamente seus efeitos. Caracteriza-se por hiperglicemia crônica, freqüentemente acompanhada de dislipidemia, hipertensão arterial e disfunção endotelial. As complicações crônicas incluem a neuropatia, (falência renal), a retinopatia (perda da visão) e a neuropatia (danos aos nervos periféricos) (SBD, 2003).
    As pessoas com diabetes têm organismos que não produzem ou não respondem à insulina, hormônio produzido pelas células beta do pâncreas que é necessário para o uso ou armazenamento de combustíveis corpóreos. Sem a insulina eficiente, a hiperglicemia ocorre e pode levar a complicações a curto e longo prazo de Diabetes mellitus. A prevalência do Diabetes aumenta com o aumento da idade, em adultos é levemente maior nas mulheres do que nos homens (MAHAN & ESCOTT-STUMP, 1998).


    Maltese (1994), afirma que o Diabetes é uma doença crônica degenerativa que surge como uma disfunção metabólica originada pelo comprometimento na produção e/ou utilização da insulina que tem como principal função à regulação do metabolismo da glicose em todos os tecidos, com exceção do cérebro. A causa do Diabetes mellitus está quase sempre relacionada a um desequilíbrio hormonal no qual a quantidade de insulina de que o organismo necessita é maior do que aquela que as ilhotas de Langherans produzem ou podem produzir. A insulina é um hormônio anabólico produzido e secretado pelas células β das ilhotas pancreáticas (GEPTS & LECOMPTE, 1981).
    Esse hormônio é capaz de modular a homeostase da glicose, reduzindo a produção hepática e aumentando a captação periférica desse carboidrato principalmente no músculo e nos adipócitos (CROSS et al., 1995; BRADY, et al., 1997). Faltando a insulina, não se realiza a transformação de glicose em glicogênio, tornando-se deficiente o armazenamento dos carboidratos, por essa razão aumenta a taxa de glicose no sangue, passando também para a urina. Considera-se que a falta ou insuficiência de produção de insulina pelo pâncreas é a causa da doença nas crianças e jovens, enquanto que o diabetes nos adultos seria causado por fatores celulares (CANCELLIÈRI, 1999).
    Além da participação da insulina para a redução dos níveis glicêmicos, há a relação da glutamina que é o aminoácido livre mais abundante no corpo humano representando cerca de 20% do total de aminoácidos livres no plasma e mais de 60% do total de aminoácidos livres totais no músculo (BULLUS, 1989).
    A glutamina é um dos aminoácidos codificados pelo código genético, sendo, portanto um dos componentes das proteínas dos seres vivos (BILL PHILIP, 1997). É um importante substrato celular não só por ser um aminoácido, mas por também ser fonte de energia, de nitrogênio e de carbono, para a síntese de outras moléculas (BULLUS, 1989). Em condições fisiológicas normais a concentração de glutamina plasmática é mantida em um nível constante.
    A homeostase da Gln depende do balanço entre sua produção e sua utilização pelos diferentes tecidos e órgãos do corpo (MITTENDORFER, et al., 2001). A maioria dos órgãos tem tanto a enzima de degradação quanto de síntese de glutamina, contudo, a atividade enzimática determinará se o tecido ou órgão é predominantemente consumidor intestino, baço, pâncreas, rins e células do sistema imune, ou produtor de glutamina músculo, cérebro, coração, pulmões e tecido adiposo. Sob certas condições, tal como um reduzido aporte de carboidratos, o fígado pode tornar-se um sítio consumidor de glutamina (ROGERO & TIRAPEGUI, 2003).
    Os efeitos do exercício sobre o metabolismo da glutamina não estão totalmente esclarecidos. Fatores como intensidade e duração do exercício, estado nutricional dos indivíduos e diferenças no tempo de coleta de sangue, forma de estocagem de amostras de plasma e as técnicas bioquímicas de medida da concentração de glutamina são responsáveis pelos dados contraditórios apresentados por diferentes autores (WALSH ET al., 1998).
Metodologia
    Foi realizada uma pesquisa eletrônica da literatura utilizando as bases de dados do Medline e Pub Med, estes por sua vez, apresentam pesquisas científicas sobre o tema analisado. Dentro da leitura dos dados, fez-se uma seleção de aspectos que autores comentam sobre o estudo pesquisado. O Diabetes mellitus e outras formas de intolerância à glicose são divididas em três classes:
Diabetes mellitus tipo I: o pâncreas não produz insulina
    Conhecido como insulino dependente, pois se caracteriza por apresentar um quadro de baixa nos níveis de insulina ou mesmo a inexistência da produção da mesma, durante os exercícios, estes indivíduos respondem com um aumento nos níveis de ácidos graxos e cetonas. De acordo com Almeida (1997), “a diabetes do tipo I, instala-se de forma mais rápida, é mais difícil de ser controlada e é tratado por meio de injeções de insulina”. Para o controle adequado são necessárias tanto uma insulina de ação lenta (controla a glicemia de jejum) quanto uma insulina de ação rápida (controla a glicemia pós-prandial).
    O Diabetes tipo I, corresponde de 5 a 10% do total de casos, que geralmente são jovens (entre 10 e 40 anos) e sintomáticos, com poliúria acentuada e perda de peso. A insulina é usualmente necessária para controlar sua hiperglicemia, apesar de permanecerem resistentes a cetose mesmo quando a insulina é retirada (MAHAN & ESCOTT-STUMP, 1998).
    Para Mahan & Escott-Stump (1998), o Diabetes do tipo I, produzem pouco ou nenhuma insulina e são, portanto, dependentes de insulina exógena para prevenir cetoacidose e morte. Apesar dele poder ocorrer em qualquer idade, à maioria dos casos é diagnosticada em pessoas com menos de 30 anos de idade. Ao diagnóstico, são pessoas magras e tiveram sede excessiva, micção freqüente e perda de peso significante. O efeito primário é secreção inadequada de insulina, levando à hiperglicemia, causando: poliúria, polidipsia, infecções, desidratação, desequilíbrio de eletrólitos e cetoacidose.
Diabetes mellitus Tipo II: é o tipo mais freqüente de diabetes
    Freqüentemente denominada como insulino não dependente, caracteriza-se pela capacidade reduzida das células de responderem à insulina, provocando uma sensibilidade reduzida à mesma (ROBERT & ROBERTS, 2002). Segundo Almeida (1997), está associada à hereditariedade, dependendo, entretanto, de fatores como vida sedentária e maus hábitos alimentares. Têm sua maior incidência em indivíduos com mais de 40 anos de idade (diabete senil). Para Cancelliéri (1999), aproximadamente 85 a 90% dos diabéticos do tipo II apresentam sobrepeso ou são obesos. Em indivíduos com obesidade leve, o risco de surgimento de diabetes é 2,9 vezes maior que nos não obesos, 5 vezes no caso de obesidade moderada e 10 vezes no caso de obesidade elevada.
    O diabetes tipo II se instala, geralmente, de forma insidiosa, e resulta de uma produção reduzida de insulina pelo pâncreas ou de uma diminuição na sensibilidade dos receptores celulares à insulina. Ela é tratada inicialmente com dieta e exercícios, agentes hipoglicemiantes orais e, finalmente, para alguns indivíduos com injeções de insulina ou a associação dos dois (MALTESE, 1994).
    Durante os exercícios, os níveis de glicose se reduzem gradualmente devido à sua maior solicitação de uso pela musculatura esquelética. A produção de glicose pelo fígado é inibida pela presença de altos níveis de insulina, não sendo comprovado, no entanto, a ocorrência de uma hipoglicemia durante os exercícios de curta duração.
Diabetes Mellitus Gestacional
    Para Mahan & Escott-Stump (1998), o início ou diagnóstico da diminuição da tolerância à glicose, ocorre durante a gestação, podendo ou não persistir após o parto. Ocorre usualmente durante o segundo e terceiro trimestre, neste ponto os hormônios antagonistas à insulina aumentam e a resistência à insulina normalmente ocorre.
Complicações do Diabetes Mellitus
    O bom controle do Diabetes é fundamental para evitar complicações, quando não é bem controlado, após alguns anos podem surgir problemas nos rins, nervos e vasos que podem levar ao prejuízo da visão, perda da função renal, amputação de membros, infarto e derrame. Para garantir o bom controle do Diabetes, se faz necessário à avaliação clínica, exames laboratoriais e automonitorização, além de manter a pressão arterial, o colesterol e peso controlados (SBD, 2003).
Taxa de Glicose e Atividade Física
    As taxa de glicose em pessoas normais e diabéticas devem permanecer em jejum por volta de 80 mg/dL-1 e se esta taxa de glicose estiver menor e classificado como hipoglicemia. A glicemia normal deve variar entre 80 a 110 mg/dL-1, considerado o nível normal para atividade física. Glicemias de 110 até 250 mg/dL-1 os indivíduos estarão hiperglicêmicos podendo praticar atividade física de baixa intensidade e leve, para baixar a glicemia, embora seja contra indicado, essa padronização. Individuos com glicemias acima de 250 mg/dL-1, não podem realizar atividade físicas, fazendo o uso de insulina para reduzir essa taxa glicose.
Exercício Físico e Glutamina
    O músculo esquelético representa aproximadamente 40% da massa corporal total e exerce papel primordial no metabolismo da glicose (SMITH; MUSCAT, 2005). Este tecido é responsável por aproximadamente 30% do dispêndio de energia e é um dos principais tecidos responsável pela captação, liberação e estocagem de glicose (NUUTILA et al., 1992). Assim como a glicose, a glutamina tem despertado muito interesse não apenas pela possibilidade de sua utilização em vias energéticas de fornecimento de energia, mas principalmente por seu papel na interação do tecido muscular esquelético com os tecidos: hepático, renal, nervoso e órgãos linfóides (BULLUS, 1989).
    Além de atuar como nutriente energético para as células imunológicas, a glutamina apresenta uma importante função anabólica promovendo o crescimento muscular. Este efeito pode estar associado à sua capacidade de captar água para o meio intracelular, o que estimula assim a síntese protéica. E é sintetizada a partir das necessidades corporal sendo a forma mais abundante de aminoácido encontrada no organismo, e sua síntese é feita a partir do ácido glutâmico, valina e isoleucina (BILL, 1997).
    O metabolismo da glutamina acontece através de uma única reação catalisada por duas enzimas. A glutamina sintetase catalisa a síntese de glutamina fazendo a interação de glutamato e amônia, e a glutaminases fazem as reações inversas. A quantidade de enzima é um fator determinante da produção e consumação, como por exemplo, os músculos esqueléticos que são considerados produtores, pois possuem pouca glutaminase (ROWBOTTOM, 1996).
    Sua síntese acontece primariamente nos músculos, mas também nos pulmões, fígado, cérebro e possivelmente no tecido adiposo (ROWBOTTOM, 1996). Os rins, células do sistema imune e trato gastrointestinal consomem-na enquanto o fígado é o único órgão que tanto consome como produz. Sob algumas condições, como jejum uma reduzida oferta de carboidratos, chega ao fígado para aumentar o conteúdo de glicogênio e isto pode se tornar a glutamina um agente substituidor das reservas de carboidratos no fígado (gliconeogênese) (ROWBOTTOM, 1996). É importante citar que em alguns estados corporais como o estresse, injúrias, desgastes e etc., alguns órgãos corporais necessitam de uma demanda muito maior de glutamina, o que pode não ser possível apenas pela síntese corporal. Partindo desse ponto percebe-se, em alguns casos, a necessidade de administrar doses extras de glutamina.
    A concentração plasmática de glutamina diminuída tem sido relacionada à imunossupressão aumento da susceptibilidade aos processos infecciosos durante a septicemia, traumas intensos, cirurgias e exercício intenso (BULLUS, 1989). A liberação de glutamina pelos músculos esqueléticos é aumentada durante o exercício, como conseqüência, o conteúdo muscular de glutamina diminui após um exercício extenuante.
    Este aminoácido, entretanto, é muito importante para a funcionalidade dos leucócitos (linfócitos, macrófagos e neutrófilos). Portanto, após um exercício intenso, a concentração plasmática de glutamina diminui, suprimindo a função imune e tornando o indivíduo mais suscetível a infecções respiratórias.
Glutamina e Diabetes
    Os quatro fatores importantes que tornam diabéticos mais propensos a complicações são: a susceptibilidade a infecções, hiperglicemia, doença vascular e danos nervosos (POZZILLI, SIGNORI & LESLIE, 1997). Nos doentes com diabetes, a infecção ocorre com maior freqüência e gravidade do que em não diabéticos devido ao comprometimento de ambas as respostas imunes humorais e celulares (SMITHERMAN, 1995). Isso acontece devido à diminuição da oferta de glutamina a células imunológicas, tais como linfócitos (KINNEY apud NEWSHOLME & NEWSHOLME; CURI; CRABTREE; ARDAWI, 1989). Como dito anterior o uso de glutamina pelos diabéticos pode ser prejudicial uma vez que o diabetes tipo 1 é causado pela ação auto imune do sistema imunológico do individuo, e a ação da glutamina relacionada ao aumento desse sistema pode acrescentar os danos causados a célula pancreática. No entanto no diabetes tipo 2, onde acontecem as maiores infecções relacionadas ao diabetes, a glutamina pode ser um importante suplemento, mas isso ainda não está relacionado em artigos científicos com o uso da suplementação de glutamina com o exercício físico no diabetes tipo 1 e 2.
Benefícios da Atividade Física
    Desde 1922, vários autores verificaram a interação da insulina com a atividade física e os benefícios no tratamento do diabetes. A partir de então a tríade dieta, medicamentos e exercício, fundamentados em um processo educacional formam o princípio do tratamento desta doença (SILVEIRA NETO, 2000).
    A maioria dos efeitos diretos da atividade física ocorre porque o exercício normaliza a glicose sanguínea, diminuindo a resistência de insulina e melhorando a sensibilidade. Estudos têm demonstrado que o treinamento de exercício pode aumentar a ação da insulina ou diminuir a resistência à insulina, especialmente entre pessoas com alto risco para diabetes ou com hiperinsulinemia. Outros estudos mostram que indivíduos fisicamente ativos têm menos probabilidade de desenvolver diabetes do que indivíduos fisicamente inativos. O efeito da atividade física parece ser devido à adaptação metabólica do músculo esquelético (aumento da densidade capilar), ou a outras adaptações ao treinamento como um conteúdo aumentado de transportadores de glicose GLUT-4 (FRONTERA, DAWSON & SLOVIK, 1999).
    O transporte da glicose para o interior das células periféricas (músculo esquelético, miocárdio e tecido adiposo) ocorre via GLUT-4 (GLUT = proteínas transportadoras de glicose que transportam a glicose através da membrana citoplasmática), sob intensa estimulação insulínica. O GLUT-4 está localizado no retículo trans-Golgi das células do músculo esquelético e no tubo vesicular citoplasmático do adipócito. A resposta à estimulação insulínica se dá no sentido do maior recrutamento destes transportadores na membrana celular. Assim, após o estimulo da insulina, o número destes transportadores ligados à membrana aumenta de 1 para 40% no adipócito (BARRILE, 1997 apud MARTINS, 2000).
    Durante o trabalho muscular o consumo de glicose, aumenta muito. Os dois hormônios pancreáticos (insulina e glucagon) intervem na regulação do fornecimento de energia aos músculos que estão trabalhando. A insulina acelera a entrada de glicose no interior das células e, assim, produz uma diminuição no nível de glicose na corrente sangüínea. No entanto, o glucagon acelera o desdobramento do glicogênio no fígado em glicose (glicogenólise), o que aumenta a glicemia. Durante o trabalho muscular, o nível de insulina diminui, e o de glucagon aumenta (ANDERSEN, 1981 in MARTINS, 2000).
    Em adição à redução aguda da glicemia e ao aumento da sensibilidade à insulina, o exercício regular melhora vários dos fatores de risco reconhecidos de doenças cardiovasculares, como o perfil lipídico (diminuição do LDL, aumento do HDL e diminuição dos triglicérides) (FRONTERA, DAWSON & SLOVIK, 1999). A prática regular de exercícios físicos pode acarretar uma diminuição da dosagem de insulina e glutamina tendo sua importância como fundamental nas terapias onde se objetiva uma menor dosagem de insulina a ser administrada pelo paciente insulino-dependente (SILVEIRA NETO, 2000).
    A elevada taxa de utilização glutamina e seu aumento mediante ativação são sugestivos no desempenho importante das células imunológicas. Concentrações plasmáticas de glutamina estão reduzidas em condições de "stress", como cirurgias, durante a septicemia, durante e após exercício de endurance, no atletismo e no overtraining (BULLUS, 1989).
    Segundo Filho (2001), um programa de exercício físico adequadamente planejado e orientado, pode proporcionar ao diabético inúmeros benefícios tais como: Ajuda a manter baixos os níveis de glicemia, durante e depois do exercício; Pode melhorar o controle glicêmico em longo prazo; Melhora a sensibilidade à insulina por aumento direto dos transportadores de glicose GLUT-4 podendo diminuir as quantidades de hipoglicemiantes orais ou mesmo de insulina; Melhora o condicionamento cardiovascular; Reduz fatores de risco cardiovasculares, por diminuição da pressão arterial e dos lipídios; Quando combinada com dieta hipocalórica, auxilia na redução de peso através da perda de gorduras, preservando a massa muscular; Melhora o bem estar e qualidade de vida.
Recomendações gerais de exercícios para os diabéticos tipo 1 e 2
  • Exercícios Aeróbios: caminhar, pedalar, subir e descer escadas, esquiar, etc. Em intensidades abaixo do limiar de lactato e limiar glicêmico.
  • Exercícios de Força: (nível moderado de treinamento de força), programas de circuito usando pesos leves com 10 a 15 repetições.
  • Intensidade: 60 a 90% da freqüência cardíaca máxima ou 50 a 75% do Vo2máx.
  • Duração: 20 a 60 minutos mais 5 a 10 minutos de aquecimento e um período de volta à calma.
  • Freqüência: Diariamente, a fim de garantir um controle ótimo da glicose no sangue.
  • Período: O período para o exercício é particularmente importante para as pessoas com Observações: Tanto a terapia com insulina e hipoglicemiantes orais quanto às concentrações de glicose no sangue devem ser considerados no momento do exercício.
Considerações finais
    A Diabetes Mellitus é uma doença metabólica que traz conseqüências gravíssimas se mal tratada, mas a mudança de comportamento e estilo de vida para hábitos alimentares mais saudáveis, o controle glicêmico e o exercício prolongam a perspectiva de vida, bem como ajudam muito a diminuir o risco das doenças relacionadas à diabetes. Ainda que, os exercícios regulares possibilitem benefícios aos praticantes, tanto na prevenção como no tratamento do diabetes, estes só serão alcançados se realizados de maneira adequada, para que não ocorram riscos indesejáveis como hipertensão, doenças cardíacas e articulares degenerativas, podendo ocorrer ainda, arritmia cardíaca ou mesmo infarto agudo do miocárdio.
    A atividade física pode ser útil como elemento complementar à dieta tradicional e ao tratamento medicamentoso, quando este for necessário.
    Com referência a suplementação de glutamina durante e após o exercício, este aminoácido quando escasso no organismo, ou seja, no músculo esquelético, fígado, rins..., pode acarretar a suscetibilidade do organismo a infecções, podendo diminuir a imunidade, o que facilita o aparecimento de infecções respiratórias. Ou seja, para termos um sistema imunológico mais forte, dependemos da disponibilidade do aminoácido glutamina. Nossos músculos são os responsáveis em fornecer glutamina para nosso sistema imunológico durante o trabalho muscular. Assim, o Diabetes que pode estar sendo causado pelo ataque imune às células β, poderia estar relacionado a diminuição desse ataque as mesmas com exercícios de endurance, melhorando com isso o estado glicêmico e diabético das pessoas afetadas.
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FONTE: Efdeportes.com

Arroz branco aumenta risco de diabetes tipo 2


 
O arroz branco é o novo integrante da lista crescente de carboidratos refinados com risco de causar diabetes, segundo um novo estudo que verificou grande probabilidade no aumento do risco de diabetes tipo 2 para consumidores de arroz branco.

O processo de “limpeza” do arroz, que o transforma de integral para branco, aumenta o índice glicêmico do grão (medida da capacidade de um carboidrato de elevar a quantidade de açúcar no sangue). “As novas descobertas têm implicações na saúde publica, pois mais de 70% do arroz consumido é branco”, observou Qi Sun, líder do estudo do Departamento de Nutrição da Harvard School of Public Health. Os resultados foram publicados no dia 14 de junho na Archives of Internal Medicine.

Avaliando a saúde, os hábitos alimentares e o estilo de vida de 197.228 adultos, os pesquisadores encontraram uma notável diferença nas taxas de diabetes tipo 2 entre aqueles que comiam arroz branco e os que consumiam arroz integral.

Aqueles que consumiam, pelo menos, cinco porções (150 gramas cada) de arroz branco por semana tinham risco de 17% de ter diabetes do tipo 2 do que aqueles que quase não comiam arroz branco. E as pessoas que comiam pelo menos duas porções de arroz por semana tinham risco de 11% de contrair a doença. Os autores calcularam que a substituição de arroz branco por integral reduziria as chances de diabetes tipo 2 em 16%.

O arroz integral, no entanto, não parece ser o grão mais eficaz para prevenção de diabetes. Os pesquisadores descobriram que a substituição de cerca de 50 gramas por outros grãos integrais (como trigo ou cevada) pode reduzir o risco de diabetes em até 36%.

Em algumas partes do mundo, como o Japão, o arroz pode ser responsável por quase 30% do consumo energético diário, disse Sun. No entanto, os pesquisadores concluíram em seu estudo, "de um ponto de vista da saúde pública, a substituição de grãos refinados, como o arroz branco, por grãos integrais, incluindo o próprio arroz, deve ser recomendada para ajudar a prevenir diabetes tipo 2”. 

FONTE: Uol.com.br

Diabetes mal controlada aumenta o risco de problemas nos olhos e pés




A diabetes é uma doença que atinge cerca de 347 milhões de pessoas, segundo dados da Organização Mundial de Saúde. Se bem controlada, ela não prejudica a qualidade de vida do paciente; porém, se não houver o controle adequado, o diabético pode ter riscos de problemas na visão, nos pés e também nos rins, nervos e coração, como alertaram o endocrinologista Alfredo Halpern e o oftalmologista Emerson Castro no Bem Estar desta quarta-feira (21).
Em relação à visão, o risco aumenta porque a diabetes provoca alterações nos vasos do corpo e, no caso dos vasos dos olhos, que são bem pequenos, pode causar também pequenos furos que dificultam a irrigação de certas áreas, o que leva à retinopatia diabética, uma das principais causas de cegueira.
Essa lesão nos vasos dos olhos pode também causar um derrame de sangue, que provoca manchas prejudiciais à visão. Por isso, o diabético deve fazer o exame de fundo de olho, pelo menos, uma vez por ano e precisa também manter a doença bem controlada como uma medida de prevenção.

dIABETES (Foto: Arte/G1)
Em alguns casos, esses vasos podem ser “cauterizados” com um tratamento a laser, como fez a dona de casa Leda Ferreira, mostrada na reportagem da Marina Araújo (veja no vídeo ao lado). Nessa situação, a mancha da retinopatia pode melhorar ou simplesmente não evoluir, mas em quadros mais graves, quando o derrame de sangue é muito grande, pode não ter efeito e a pessoa perder a visão.
Pode ocorrer ainda de a retina ficar pouco irrigada e ir “morrendo” aos poucos, até a pessoa perder a função do órgão e não enxergar mais. Dados mostram que diabéticos há 20 anos têm 90% de chance de ter algum grau de retinopatia, no entanto, como lembrou o endocrinologista Alfredo Halpern, esses problemas podem ser evitados e controlados se a diabetes estiver sob controle.
Como prevenção, os médicos alertam que pacientes com diabetes tipo 2 devem fazer acompanhamento com um oftalmologista após 5 anos do descobrimento da doença. Já quem tem diabetes tipo 1 precisa fazer uma consulta assim que for feito o diagnóstico. Para detectar a retinopatia diabética, o exame feito é o de fundo de olho, simples e barato – se diagnosticada, o médico vai indicar o melhor tratamento e, principalmente, se preocupar em controlar a diabetes.
A dica de controle como prevenção vale também para evitar outros problemas. A má circulação, seja por causa dos pequenos vasos sanguíneos ou grandes, pode lesar o coração, o cérebro, os membros inferiores, os rins, os nervos e também a pele, além de retardar a cura de lesões. Por isso, os pacientes com diabetes apresentam muitas complicações graves em longo prazo, como infartos e AVC, por exemplo. No caso dos rins, pode ocorrer uma alteração no fluxo e, consequentemente, insuficiência renal; nos nervos, pode ocorrer uma neuropatia, que é a falta de sensibilidade em qualquer região do corpo. 
No entanto, as complicações são mais comuns nos membros inferiores e, por isso, os pacientes com diabetes descontrolada devem ter uma atenção especial principalmente com os pés, como alertou a reportagem do Phelipe Siani (veja no vídeo ao lado).
Isso porque as lesões que o excesso de açúcar no sangue provocam nos vasos e nervos atrapalham a irrigação e, somadas à falta de sensibilidade, podem levar a quadros mais sérios – segundo o endocrinologista Alfredo Halpern, qualquer lesão no pé, por exemplo, demora mais para cicatrizar e, por isso, pode se transformar em úlceras, infecções importantes, trombose e, em alguns casos, amputações.

FONTE: G1.globo.com

Diabetes: saiba quais são os cuidados necessários para controlar a doença

 
 
A diabetes é considerada uma doença silenciosa e frequente entre a população. Acredita-se que ela acometa em torna de 10% da população, mesmo sem manifestar sintomas visíveis. Causada pela deficiência na produção de insulina (hormônio produzido pelo pâncreas que ajuda a entrada do açúcar nas células), a diabetes pode comprometer os rins, os olhos e o coração, e muitas vezes pode precipitar a morte.

“O ideal é que se façam exames para saber se o nível de glicose no sangue está normal. Nos adultos, por exemplo, a doença, muitas vezes, não apresenta sintomas, e a pessoa pode estar com a doença há algum tempo sem saber”, explica a endocrinologista e responsável pelo Serviço de Endocrinologia do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná Rosângela Rea.

» Endocrinologistas em Porto Alegre
Há três tipos de diabetes: a do tipo 1, do tipo 2 e a diabetes gestacional. A do tipo 1 corresponde, em média, a 10% dos casos, e leva a deficiência total de insulina. A do tipo 2 está relacionada com doenças cardiovasculares e há uma prevalência de infarto e derrame. Nesse caso, o organismo não consegue produzir a quantidade de insulina suficiente. Já a diabetes gestacional fica restrito ao período da gravidez, podendo atingir em torno de 5% das gestantes. A doença geralmente desaparece depois que o bebê nasce.

Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes, além da predisposição genética, o consumo elevado de gorduras saturadas em uma dieta rica em calorias são os principais fatores de risco. “No geral, a alimentação das pessoas está cada vez menos saudável. E principalmente com as crianças, temos que ficar atentos. Em muitos países, há crianças sendo diagnosticadas com a diabetes tipo 2, mais do que em adultos. Na medida em que as crianças começam a engordar, é preciso ficar de olho. Pode ser um sinal da doença”, alerta a especialista.

Os principais sintomas da diabetes são sede em excesso, problemas na visão, perda de peso, aumento de apetite e aumento da vontade de urinar. A doença pode provocar, ainda, problemas na pele, no coração, nos rins e nos pés.

Cuidar é preciso
Quem tem diabetes sabe que todos os cuidados são válidos, seja com a alimentação ou com as situações comuns do dia a dia, por exemplo. A engenheira química Valéria Zaia tenta ficar longe de situações de estresse, pois isso eleva a taxa de glicose, e busca um estilo de vida mais saudável. “Um dos cuidados é comer várias vezes ao dia. Se ficarmos muitas horas sem comer há o risco da hipoglicemia. Já parei na UTI, não por glicose elevada e sim por hipoglicemia. Levo sempre uma bala ou pirulito na bolsa”, conta.

Outro cuidado de Valéria é com as viagens que faz. Ela sempre leva uma declaração médica para que a insulina não fique retida nos aeroportos. “Caso haja uma crise, posso apresentar nos hospitais também”, completa.

A  consultora de vendas Sandra Balutta também convive com a doença, mas tenta levar uma vida saudável com as orientações médicas que recebeu desde que soube que era diabética. “Tenho muito cuidado com os pés, com calçados, umidade e fissuras. Caminhadas também é essencial ou qualquer atividade física”, explica. As extremidades do corpo são muito delicadas para um diabético, portanto, evitar acidentes é fundamental. “A cicatrização é muito complicada porque no pé a circulação é deficiente”, resume.

O controle da diabetes é feito por acompanhamento médico. O ideal é ter uma atividade física regular, e evitar doces, massas e álcool. “Só os exames vão identificar a doença, por isso é importante a visita de rotina ao médico para saber se está tudo em ordem. Tratando desde o começo, o diabético consegue levar uma vida normal”, aconselha a endocrinologista.

FONTE: Hagah.com.br

 

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